O ano do sim

jan 09

O ano do sim

Em 2014 eu quero dizer mais sim. Não igual ao filme em que a resposta tem que sempre ser afirmativa, independentemente da vontade ou das consequências que aquilo pode causar. Meu objetivo é bem mais simples (lembrando que simples não é sinônimo de fácil). O que eu desejo de verdade nesse ano que acabou de começar é complicar menos, aceitar mais e, principalmente, não ser tão do contra. Tenho percebido recentemente que nossas atitudes estão diretamente relacionadas com os acontecimentos a nossa volta. Não, eu não sou aquele tipo de pessoa que acredita em energias, inferno astral e etc. Mas, uma coisa é certa: quando você se predispõe para que determinada coisa aconteça, a probabilidade disso se realizar é bem maior, afinal, grande parte dos sucessos dependem justamente de nós mesmos. Por isso, na virada de 2013 para 2014 resolvi fazer diferente. Pela primeira vez nesses meus 27 aninhos de vida comemorei um réveillon na companhia de uma amiga em uma festa de arromba (eis a gíria que entrega minha idade) em Búzios. Nada daqueles programas família dos meus 26 anos anteriores. Foi melhor? Pior? Não. Diferente. Porque é isso que quero para agora. Novas atitudes e comportamentos, que, obviamente, gerem novas realizações e vitórias. Dancei, comi, bebi, beijei, cantei, pulei ondas, vi os fogos da meia noite e o nascer do sol do dia 1º. O que eu pedi? Fartura. Fartura de oportunidades bacanas para eu responder sempre SIM. E como não dá para deixar de ser quem eu sou e me transformar em outra pessoa (não que eu queira isso… só talvez) minha meta para 2014 é deixar a vida fluir mais leve e naturalmente (aí sim como diz a música) e sem muitas expectativas. Afinal, elas existem por algum outro motivo que não seja nos frustrar? E as frustrações, que fiquem todas em 2013!   Fernanda Barreira, 27 anos, é jornalista, paulistana da gema, solteira e corintiana roxa. É conhecida por ser do contra e intolerante, mas promete respirar 327 vezes antes de escrever algo que de algum modo incomode alguém… ou não. É pagar pra...

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O que você não quer em 2014?

jan 01

O que você não quer em 2014?

Ontem, no último dia do ano, fui fazer o que todos estavam fazendo: minha retrospectiva 2013 no Instagram. E, embora seja um modismo do qual eu não sobreviveria sem fazer parte – sou dessas -, serviu mesmo para jogar na minha cara como o ano que passou foi incrivelmente especial, do começo ao fim. Mesmo os momentos de tristeza e as lágrimas de decepção, no fim, tornaram-se grandes aprendizados e me fortaleceram muito. Sim, isso é clichê. Não, não é demagogia. É verdade. Foi um ano de grandes conquistas e realizações profissionais e pessoais (se você está lendo este blog, agradeça a dois-mil-e-treze). Neste ano, comecei a aprender a resgatar o amor por mim mesma, pelas coisas que eu gosto, pelos meus livros favoritos, pelas músicas que eu aprecio, pelos amigos que não vivo sem e pela família que me suporta. Acho que, acima de tudo, foi em 2013 que comecei a pensar em mim mesma como mulher e como um ser humano individual. Abrir mão do coletivo não é tarefa fácil, mas tenho aprendido que é possível me amar mais, sem ser egoísta com o mundo. Foi este ano, também, que me ensinou a não me julgar tanto. Foi esse 2013 querido que me lembrou, de maneira carinhosa, que as pessoas erram, mas a vida continua e temos que seguir em frente. Eu me sinto tão abençoada por 2013, que confesso ter medo do Ano Novo. E se ele não for bom? E se, pelo fato de eu não estar no Brasil neste Reveillon e não cumprir com todas as tradições que manda o protocolo, 2014 falhe comigo? Aliás, tenho traumas de anos de Copa do Mundo: geralmente não me são muito gentis. Será que este ano será diferente? É por tudo isso (e porque gosto de seguir os conselhos da minha psicóloga, essalinda) que, ao invés de uma lista de resoluções sobre o que quero no novo ano que se inicia hoje, decidi fazer uma lista do que eu NÃO quero em 2014. E em 2014 eu não quero sentir a obrigação de agradar a todos o tempo todo. Não quero esconder meus sentimentos e me fingir de forte e nem engolir minhas lágrimas. Não quero deixar de...

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2013 + 1

dez 20

2013 + 1

Vai embora não 2013….tô te amando tanto <3. Sempre quando um ano é bom, fico nessa deprezinha de que não queria que o ano acabasse. E em especial 2013….ah, e como foi especial. Foi o ano em que cheguei ao fundo do poço só para pegar impulso e sair do limbo, linda, não tão leve e nada loira. Não conquistei um apê, um intercâmbio, não casei e nem tive filhos. Meus pais estão morando longe e passando por alguns perrengues, assim como minha irmã. Minhas vózinhas estão dodóis, logo, vocês devem imaginar que sou LOUCA em achar que esse foi um bom ano. Sim…sou loucaaaaaaaaaaaah! Comecei o ano em um novo trabalho (promissor) e duas semanas depois estava internada, com úlceras internas, e sem saber ao certo o que tinha. Cogitaram até câncer.  Graças ao CARA (sempre ele, minha família e o MEU cara), o médico certo apareceu na minha vida e me curei. Só que tive que sair do emprego, mas não perdi a fé. Fiquei morando com meus pais (que cuidaram do bebê) e não é que pouco tempo depois eu já estava trabalhando num lugar melhor ainda, me realizando plenamente e (re)conhecendo novos amigos??? Sim, isso é a vida: dar valor a qualquer momento bom, mesmo que precedido por momentos ruins. Além disso, agradeço a Deus por eu ter ficado doentinha na hora certa….na hora em que EU precisava estar ao lado da minha amiga-irmã de alma (e não o contrário). Não pude viver as dores dela ao ter seu bebezinho Lolô internado na UTI por ser prematuro, mas pude ouvir seu choro e chorar junto. E isso me bastou. E isso me fez ter mais fé. E o Lolô saiu dessa e é o bebê dono do meu coração. Também passei por situações semelhantes com duas outras grandes amigas (Jac e Malina) e agradeço a cada uma delas por me permitir viver isso. Amo o Heitor e Fabricio do fundo da alma.  Fora os outros babies que chegaram pra deixar o mundo mais evoluído. Obrigada Ben e Henrique por virem para a Terra. E ainda tem o PH, que nem conheci L E aqui vai um agradecimento especial ao cara que não saiu do meu...

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